Um sonho fantástico é viajar através do tempo, poder nos imaginar voltando ao passado ou avançar pelas décadas. Para muitos, isso é algo pra doido, mas até os mais famosos físicos estão percebendo e reconhecendo que há possibilidade. Ao fim da década passada, Kip Thorne, um físico americano, trouxe a tona um objeto surpreendente chamado Wormhole, que em inglês significa buraco de minhoca. Com esse nome esquisito, até um pouco mole, o Wormhole pode se tornar a peça chave de um admirável ônibus do tempo.
Autora: Elizângela
Projeto de Oficinas de Leitura, Interpretação e Produção de Textos, elaborado pelo Professor Felipe Pereira da Silva e pelo estudante Eduardo Araújo de Oliveira,desenvolvido na BIBLIOTECA MUNICIPAL PROF.ª ALZIRA BEZERRA com total apoio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esportes do município de Mulungu-PB.
Proposta:produzir um texto publicitário divulgando um livro
Você acharia motivos de ficar contente se:
* Perde-se um ente querido;
* Levasse um acidente e não pode-se andar;
* Ter um amor proibido pela família só por que a outra pessoa é pobre.
Conhecendo Pollyanna isso é possível. Aprenda o jogo do contente e jogue você também!
Pollyanna
Eleanor H.Porter
baixar:http://www.4shared.com/file/217011497/3e6d7e65/PollyanaAPequenaOrfaPollyana-E.html
Autora: Elizângela
* Perde-se um ente querido;
* Levasse um acidente e não pode-se andar;
* Ter um amor proibido pela família só por que a outra pessoa é pobre.
Conhecendo Pollyanna isso é possível. Aprenda o jogo do contente e jogue você também!
Pollyanna
Eleanor H.Porter
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Autora: Elizângela
Proposta:produzir um texto publicitário divulgando um livro
Peça! adquira logo o seu. Essa história emocionou o Brasil. Já nas bancas
Entre no meu mundo!
A Escrava Isaura
Bernardo Guimarães
baixar: http://www.4shared.com/document/-k3xugPK/Bernardo_Guimares_-_A_Escrava_.html
Autora: Emília Caroline
Entre no meu mundo!
A Escrava Isaura
Bernardo Guimarães
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Autora: Emília Caroline
Proposta:produzir um texto publicitário divulgando um livro
Quem nunca ouviu falar nela? É o livro mais lido em todo o mundo. Ela conta muitas e belas histórias desde o início da vida até revelações do que ainda está para acontecer. É o único livro que quando lemos "O Autor está presente", ou seja, é o "manual do ser humano escrito pelo seu criador". Tudo que você precisa saber sobre você está nela. Então o que você está esperando para descobrir coisas que jamais descobriu? Aventure-se nestas páginas e verá que sua vida nunca mais será a mesma.
A Bíblia Sagrada
Autora: Lidiane
A Bíblia Sagrada
Autora: Lidiane
Oficina XVIII- Função da Língua
Elementos da comunicação
A linguagem nos remete à comunicação que podemos produzir através de uma mensagem. Nessa comunicação o indivíduo faz uso de certos elementos lingüísticos necessários ao entendimento.
Vejamos os elementos que envolvem a comunicação, separadamente:
● Emissor: é aquele que envia a mensagem, o remetente, o falante.
● Receptor: é aquele que recebe a mensagem, o destinatário, o ouvinte.
● Mensagem: é o que se fala, o conteúdo transmitido.
● Código: é o meio pelo qual se passa a mensagem: gestos, figuras, fala, escrita.
● Canal: é o meio pelo qual a mensagem circula.
● Contexto: é o meio no qual o receptor e emissor estão inseridos: situação, lugar.
Funções da linguagem
A função da linguagem dependerá do objetivo da comunicação e pode ser: apelativa, emotiva, fática, metalingüística, poética. Conheça melhor cada uma delas:
Função referencial ou denotativa: transmite uma informação objetiva, expõe dados da realidade de modo objetivo, não faz comentários, nem avaliação. Geralmente, o texto apresenta-se na terceira pessoa do singular ou plural, pois transmite impessoalidade. A linguagem é denotativa, ou seja, não há possibilidades de outra interpretação além da que está exposta.
Em alguns textos é mais predominante essa função, como: científicos, jornalísticos, técnicos, didáticos ou em correspondências comerciais.
Por exemplo: “Bancos terão novas regras para acesso de deficientes”. O Popular, 16 out. 2008.
Função emotiva ou expressiva: o objetivo do emissor é transmitir suas emoções e anseios. A realidade é transmitida sob o ponto de vista do emissor, a mensagem é subjetiva e centrada no emitente e, portanto, apresenta-se na primeira pessoa. A pontuação (ponto de exclamação, interrogação e reticências) é uma característica da função emotiva, pois transmite a subjetividade da mensagem e reforça a entonação emotiva. Essa função é comum em poemas ou narrativas de teor dramático ou romântico.
Por exemplo: “Porém meus olhos não perguntam nada./ O homem atrás do bigode é sério, simples e forte./Quase não conversa./Tem poucos, raros amigos/o homem atrás dos óculos e do bigode.” (Poema de sete faces, Carlos Drummond de Andrade)
Função conativa ou apelativa: O objetivo é de influenciar, convencer o receptor de alguma coisa por meio de uma ordem (uso de vocativos), sugestão, convite ou apelo (daí o nome da função). Os verbos costumam estar no imperativo (Compre! Faça!) ou conjugados na 2ª ou 3ª pessoa (Você não pode perder! Ele vai melhorar seu desempenho!). Esse tipo de função é muito comum em textos publicitários, em discursos políticos ou de autoridade.
Por exemplo: Não perca a chance de ir ao cinema pagando menos!
Função metalinguística: Essa função refere-se à metalinguagem, que é quando o emissor explica um código usando o próprio código. Quando um poema fala da própria ação de se fazer um poema, por exemplo. Veja:
“Pegue um jornal
Pegue a tesoura.
Escolha no jornal um artigo do tamanho que você deseja dar a seu poema.
Recorte o artigo.”
Este trecho da poesia, intitulada “Para fazer um poema dadaísta” utiliza o código (poema) para explicar o próprio ato de fazer um poema.
Função fática: O objetivo dessa função é estabelecer uma relação com o emissor, um contato para verificar se a mensagem está sendo transmitida ou para dilatar a conversa.
Quando estamos em um diálogo, por exemplo, e dizemos ao nosso receptor “Está entendendo?”, estamos utilizando este tipo de função ou quando atendemos o celular e dizemos “Oi” ou “Alô”.
Função poética: O objetivo do emissor é expressar seus sentimentos através de textos que podem ser enfatizados por meio das formas das palavras, da sonoridade, do ritmo, além de elaborar novas possibilidades de combinações dos signos lingüísticos. É presente em textos literários, publicitários e em letras de música.
Por exemplo: negócio/ego/ócio/cio/0
Na poesia acima “Epitáfio para um banqueiro”, José de Paulo Paes faz uma combinação de palavras que passa a ideia do dia a dia de um banqueiro, de acordo com o poeta.

Adaptado de: http://www.brasilescola.com
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